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Ituverava

Como chegar: Para ir até Ituverava, saindo de São Paulo, é preciso acessar a SP-348 (Rodovia dos Bandeirantes) e a SP-330 (Rodovia Anhanguera) até a saída 410.

Ituverava

 

Distante 413 km da Capital, encontra-se um dos Municípios de Interesse Turístico – MIT, desde 2018, da região turística Lagos do Rio Grande: Ituverava que faz parte da Região Metropolitana de Franca. A estimativa de habitantes é de 42.045 , segundo o IBGE/2020, e seu foco turístico é voltado para o religioso e o ecoturismo, sendo seu nome dado por causa de uma cachoeira.


O Parque Recreio Municipal “Balduíno Nunes de Silva” é um dos principais pontos turísticos da cidade quando o assunto é ecoturismo. Com sua área de 96.600 m², o parque é ideal para quem está em busca de lazer em volta das belezas naturais, a atração principal é a Cachoeira Salto Belo, sendo também o motivo do nome do município, já que Ituverava significa Salto de Águas Brilhantes/Salto Belo na língua tupi-guarani. O parque proporciona um espaço tranquilo para piqueniques, caminhadas e uma bela vista do rio na ponte pênsil.

O turista que for em Ituverava também poderá conhecer a Praça 10 de Março, considerada uma das praças mais belas do Brasil. Está bem localizada no centro da cidade, com muita elegância, com luminárias no estilo colonial, chafariz luminoso com o busto do Gustavo Borges, em homenagem ao nadador que viveu boa parte da sua vida na cidade, e uma arquibancada para shows e eventos, dedicada ao cantor e compositor de renome nacional e internacional que ganhou o título de ituveravense, Ivan Lins, e ao compositor ituveravense e parceiro de Ivan Lins, Vitor Martins. Os dois fizeram a música Minha Ituverava, considerada hino da cidade. Na praça também tem uma réplica da Cachoeira Salto Belo e muitas atrações para quem visitá-la.

Tem mais: localizado em um bairro nobre de Ituverava, com 300.000 m², a Represa da cidade é outro lugar ideal para um bom lazer com grandes belezas naturais. Aos finais de semana, a represa está disponível para passeios náuticos de lanchas, jet-skis e caiaques, pesca, nadar, caminhadas ou passeios de bicicleta.

Mas se o interesse do visitante for um turismo mais voltado para o religioso e cultural, deve visitar a Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo, inaugurada no dia 26 de junho de 1929, com um estilo eclético Românico-Basilical com a junção de características da arquitetura Romana nos arcos das colunas e janelas e o estilo Basílica na nave retangular. A sua torre, com campanário e relógio, é uma réplica da “Independence Hall”, localizada na Filadélfia (EUA) e foi palco da declaração da Independência dos Estados Unidos, em 1776. A imagem de Nossa Senhora do Carmo veio diretamente de Nápoles (Itália) a pedido do Cônego Vitto Fabiane, por volta de 1916.

A Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos também faz parte da história do município e foi construída pelos escravos por volta de 1820 a 1840 e restaurada em 1986. A igreja ainda possui várias características da época e artes da via sacra nas paredes. A imagem de Nossa Senhora do Rosário, esculpida em cedro policromado, foi levada para a cidade pelos tropeiros fundadores da cidade antes da construção da própria igreja, suas características lembram a obra “Madonas de Cedro” do escultor Aleijadinho.

Outras atrações religiosas do município são os painéis gigantes do “Cristo no monte das Oliveiras”, “A mão do Batismo” e “Mãe Rainha Peregrina de Schoenstatt”, feitas pelo artista Lúcio Adalberto Lima Machado, e no alto da estação, próximo à linha férrea da Alta Mogiana, há o monumento do Cristo Redentor, voltado para a cidade.

Bom ressaltar que o Museu Histórico “Capitão Joaquim Ribeiro da Rocha” é um dos únicos lugares de Ituverava que preserva a história da cidade, com características da época, junto com o chafariz e a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e seu tombamento aconteceu em 1977. O museu abriga obras permanentes com objetos que contam a evolução da cidade e em um prédio anexado ao museu há exposições itinerantes e temporárias.

A história de Ituverava tem início no ano de 1810, quando Fabiano Alves Freitas começou a derrubada das matas próximas ao Rio do Carmo para pastagens e cultivo da terra. Cinco anos depois, ele ergueu uma capela em devoção a Nossa Senhora do Carmo, que começou a atrair sertanistas em suas festividades religiosas e acabaram ficando pela região. Em 1847, elevou-se à categoria de Distrito, com o nome de Nossa Senhora do Carmo da Franca do Imperador, no Município de Franca, e em 1885 elevou-se a Município, com o nome Carmo da Franca, até que em 1899, em homenagem a cachoeira da cidade, mudou seu nome para Ituverava.

Mais informações: www.ituverava.sp.gov.br

Fonte: www.turismo.sp.gov.br