ACESSIBILIDADE

Apiaí

Como chegar: Para ir até Apiaí, saindo de São Paulo, é preciso acessar a SP-280 (Rodovia Castello Branco) até a saída 78; a SP-075 (Rodovia José Ermírio de Moraes) até a saída 7-B; a SP-091/270 (Rodovia Celso Charuri); a SP-270 (Rodovia Raposo Tavares); a SP-127 (Rodovia Francisco da Silva Pontes), vias urbanas de Capão Bonito e a SP-250 (Rodovia Sebastião Ferraz de Camargo Penteado) até a saída do km 321.

Apiaí

Apiaí fica no ponto mais alto da Serra de Paranapiacaba, é uma das portas de entrada para o PETAR (o Parque Estadual Turístico do Alto Vale do Ribeira), que recebe 42 mil pessoas anualmente, onde há rios, cachoeiras, 474 cavernas, biodiversidade e esportes radicais em meio à Mata Atlântica para fazer a alegria de todos os visitantes.  Vale dizer que a mais alta do PETAR é a cachoeira Arapongas, com 65m de altura, encravada em um Vale com vista privilegiada para um cânion em meio à Mata Atlântica. Já no Parque Natural Municipal Morro do Ouro, de 570 hectares, há trilhas e mirantes, além de ruínas das antigas minas de exploração do ouro que começou a partir do século XVII. Bandeirantes exploradores fundaram a Villa de Apiahy que deu origem à cidade.


Já na cidade, os turistas podem contar com hotéis, pousadas, restaurantes e opções de compras de peças artesanais e comidas típicas da região. Um dos equipamentos turísticos da cidade, a Casa do Artesão possui acervo de mais de 570 obras em cerâmica feitas por moradores da zona rural, onde também se podem comprar peças utilitárias e decorativas e até compotas de doces. Trata-se, na verdade de um museu, que além de ter um valor histórico na própria construção, datada de 1901, a casa está ligada à história da cidade de vários modos: na Revolução Constitucionalista de 1932 servia como abrigo de feridos, depois se transformou num clube, onde se dançava nos dias de festas e era sede para a Sociedade de Amigos do Município e desde 1973 abriga o trabalho das famílias das ceramistas. Além das peças em cerâmica existem ainda outros artesanatos feitos em palha e taboa.
 

Conta a história que o nome Apiaí, em tupi-guarani, significa “rio dos índios” ou, ainda, “rio menino” e sua região foi desbravada pelo capitão-mor Francisco Xavier da Rocha, que veio de Minas Gerais com 150 escravos, quando um caçador de Itapetininga contou sobre a existência de ouro na nascente do rio Apiaí. O Morro do Ouro ficou sendo então o epicentro da garimpo a partir do século XVII. No início, o povoado se chamava Capoeiras (onde hoje está o distrito de Araçaíba), ganhando em 1770 o nome de Santo Antônio das Minas de Apiaí e, finalmente, Apiaí. O ouro deixou de ser explorado somente em 1942. Apiaí possui hoje uma Reserva Biológica Municipal de 2.247 alqueires de área, para preservar o remanescente florestal e possibilitar atividades de turismo educacional.

Mais informações: www.apiai.sp.gov.br

Fonte: www.turismo.sp.gov.br